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terça-feira, 11 de dezembro de 2018

Recursos e procedimentos didáticos da Dança na Universidade


Aulas expositivas – teóricas

Aulas práticas

Técnicas e recursos pedagógicos

Individuais

                Leitura e análise crítica de textos
                Relatórios das atividades
                Fichamentos de textos, livros, atividades
                Observação, participação e análise das atividades
                Entrevistas – seleção e execução
                Projetos – planejamento, organização, programação e operacionalização.

Pequenos grupos

                Excursões
                Seminários
                Mesas redondas
                G.V.G.O, etc.

Grandes grupos

                Painéis
                Conferências

Estratégias de Ensino


Situações problemas e Soluções Problemas

O processo ensino-aprendizagem será centrado no aluno voltado para uma aprendizagem dotada de significação na solução dos seus próprios problemas; serão oportunizadas a liberdade e a criatividade na busca de maior autonomia e auto-realização.

Metodologia

A motivação caracteriza esta etapa e será aporte para a etapa dinâmica.

A motivação possibilitará o perceber, sentir, agir e reagir do educando em seu processo educacional e objetiva, portanto, que o mesmo se torne cada vez mais responsável pelo seu próprio processo.

Etapas Dinâmicas

As etapas dinâmicas se caracterizam pela interpretação, motivação, mobilização, participação, coordenação e integração.

Interpretação

Conhecer e interpretar os objetivos do curso de Dança com os da Educação Física e confrontá-los com os seus para que possa haver uma aprendizagem significativa.

Motivação

Combinando os exercícios do curso e confrontando-os com os seus, o aluno poderá propor sugestões e modificações de acordo com suas necessidades e interesses.

Participação

Conhecendo a estratégia do curso o aluno passará contribuir espontânea e livremente; participará de forma ativa dissolvendo dúvidas, sugerindo, somando sugestões, planejando e favorecendo as trocas de experiências, enfim, enriquecendo todo o grupo.

Coordenação

Coordenar atividades teóricas e práticas (dinâmicas de grupo).

Integração

A liberdade e abertura à troca de experiências favorece a maior integração entre educandos (futuros profissionais) e educador (es) na perspectiva de soluções para os problemas.

sábado, 22 de agosto de 2015

Pedagogia: Paulo Freire, uma biografia

A prometida biografia de Paulo Freire, com alguns de seus conceitos mais importantes.

Educação por Paulo Freire


O método de ensino de Freire mostra a todos os profissionais da área da educação que é necessário construir uma nova organização para o espaço, fundamenta na aplicação das políticas público-pedagógicas.

A pedagogia de Paulo Freire serve como referencial teórico pois se volta para a conscientização e transformação social. A seguir vamos estudar um pouco mais de sua história e importância para a educação.

O estudo da história de vida de Paulo Freire é importante para conhecermos sua obra, pois usou muitas coisas pessoais para descrever suas teorias. Sua história é dividida em três partes, a primeira corresponde ao tempo que viveu em Recife, a segunda ao tempo no exílio e a terceira ao tempo em que morou em São Paulo.

Recife


Paulo Freire nasceu no Recife em 1921. Sofreu muito com a crise de 1929 conhecendo a pobreza, e em 1931 muda-se para Jaboatão. Em 1943 começa a cursar direito e em 1944 casa-se com a professora Elza.

Em 1961, Freire começa a trabalhar com a alfabetização de adultos em Angicos e Mossoró, utilizando o método Paulo Freire. E em 1964 assume o Plano Nacional de Adultos.

Exílio


Em 1964, ocorre o Golpe Militar no Brasil. Paulo Freire é preso e exilado na Bolívia. Segue para o Chile e trabalha na Universidade Católica de Santiago, reformulando o plano de Educação e Massa.

Em 1969 vai para os Estados Unidos trabalhar em Harvard. No ano seguinte lança o livro Pedagogia do Oprimido e muda-se para Genebra.

São Paulo


Retorna ao Brasil em 1980 e começa a trabalhar na PUC-SP. Em 1989 assume a secretaria de educação de São Paulo e implementa o Movimento de Alfabetização.
Falece em 1997.

Vejamos a seguir o que Paulo Freire pensa a respeito da educação.

A educação libertadora de Paulo freire se preocupava com aspectos sociais do ser humano. Ele afirmou, por exemplo, que “ninguém pode estar no mundo, com o mundo e com os outros de forma neutra”.

Entre alguns aspectos da educação libertadora, podemos afirmar que ela nega o isolamento do homem com o mundo. Também renega a consciência ingênua, contrapondo a consciência crítica.

A consciência ingênua se caracteriza por não se aprofundar nas causas e ainda afirma que a realidade não pode ser mudada. Também é conhecida por ser impossível de ser investigada. Já a consciência crítica reconhece que a realidade é transformável e pode ser investigada, além de se preocupar em aprofundar nos assuntos.

No livro pedagogia do Oprimido, Paulo Freire nos introduz o termo “educação bancária”, na qual o educador é apresentado como o dono da verdade, que pensa e ensina, e os educandos como os que nada sabem, apenar receptivos, pensados.

Contra a educação bancária, Freire nos apresenta a educação de caráter dialógico e horizontal que, entre outras coisas, afirmar que educador e educando estão sempre aprendendo, e que o saber do educando não pode ser menosprezado. A educação horizontal também se interessa pelos saberes socialmente produzidos na vida dos educandos.

Estabelecendo um paralelo entre a educação bancária e a educação libertadora, podemos dizer que a primeira é individualista, favorece a competição, focada na reprodução social, utiliza como modelo o professor instrutor, e trata o educando como objeto, enquanto a educação libertadora favorece o coletivo e promove a participação, focada na mudança social, utiliza a investigação como modelo, e trata o educando como sujeito.

Paulo Freire também tratava da importância do uso das tecnologias no ensino, notoriamente o computador, não somente como fonte de conteúdo, mas também como capaz de problematizar e levar a entender.

Pedagogia para a vida


Hermann Hesse -> não é possível dar o mundo a outra pessoa, podemos sim ajudá-la a encontrar o próprio mundo em si mesma.

Helen Keller -> esforçarmo-nos por querer forças suficientes para cumprirmos nossas tarefas e ter sempre vontade de continuar a servir.

H. J. Brown -> existem três tipos de pessoas, as que fazem as coisas acontecerem, as que olham as coisas acontecerem e as que se perguntam o que foi que aconteceu.

Paulo Freire -> nenhum ser humano é capaz de educar ao outro; os homens se educam entre si e o mundo educa a todos.

Paulo Freire -> ninguém liberta o outro e ninguém se auto liberta, os homens se libertam juntos.

Paulo Freire -> a exigência dos educadores progressistas é que jamais desrespeitem o sonho democrático e manipulem seus educandos.

Paulo Freire -> não existe diálogo e nem pronúncia do mundo se não houver amor a esse mesmo mundo e aos homens.

Paulo Freire -> ao compreender a própria realidade, o homem pode procurar soluções para o desafio de mudar a própria realidade e assim criar um mundo próprio.

Paulo Freire -> sem amar a vida, os homens e o mundo não é possível o diálogo.

Helen Keller -> não se deve engatinhar quando se pode voar.

O papel do professor na construção da cidadania



O professor tem importante papel na construção da consciência cidadã desde os tempos da Grécia Antiga, em que os filósofos tinham conhecimentos de causas profundas graças ao trabalho da reflexão.

O processo educacional envolve um desenvolvimento das habilidades cognitivas, social e emocional dos alunos, mas o professor tem ainda o deve de estimular o educando a refletir sobre os problemas enfrentas diariamente em sua vida. Tal tarefa deve levar a uma aceitação do bem compartilhado, da boa convivência, à efetiva prática da cidadania.

Aliás, um cidadão bem formado sabe respeitar os limites alheios, pois tem consciência que a cidadania ocorre na convivência social e consiste em conviver pacificamente, trocando experiências e aceitando as diferenças.

Apesar de não ser apenas do ambiente escolar a responsabilidade do ensino da cidadania, o professor deve ser capaz de dar exemplo de respeito e tolerância aos limites e diferenças individuais. Cabe também ao aluno ter consciência do respeito necessário que se deve ao professor e da diferença entre liberdade e permissividade.

O professor deve se esforçar por despertar a atenção do aluno na discussão da prática da cidadania. Para tanto, ele pode por exemplo se utilizar dos inúmeros recursos tecnológicos disponíveis para tanto.

A educação libertadora ocorre no momento em que o ensino de práticas democráticas se une ao processo de conhecimento e reflexão da liberdade natural dos indivíduos. E o professor deve ter sempre a motivação de que aprimore tal ensino capaz de conduzir o aluno à liberdade.


Por fim, é necessário ao professor a revisão e auto avaliação constante de seu trabalho, para que se atinja o que realmente é chamado de educação libertadora e assim os meios para a realização do sonho “viável” da pedagogia da autonomia de Paulo Freire.

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Didática de ensino

Metodologia, técnicas de ensino e recursos didáticos


O ensino é o conjunto de atividades entre professor e aluno que permitem a este último alcançar o conhecimento de algo que se pretende ensinar e o desenvolvimento de suas capacidades mentais. Para que se realize, o professor deve lançar mão de métodos que combinem os objetivos a serem traçados e alcançados com os conteúdos abordados e as formas de reprodução do ensino. A metodologia abordada para a efetivação do ensino irá englobar as ações e medidas do professor para que ele e seus alunos alcancem suas pretensões. Veremos a seguir a importância da metodologia de ensino, alguns conceitos básicos e suas principais características.

Partindo do princípio, vemos diversos conceitos de metodologia, alguns um tanto destoantes. De uma maneira simplificada, podemos adotar que metodologia é uma técnica, ou ainda, o meio adequado de se alcançar algum objetivo, de acordo com um sistema que regula sua execução e que foi previamente elaborado.

A formulação de uma metodologia de ensino corresponde a uma série de ações e atitudes que o professor toma para que conduza e estimula a aprendizagem do aluno. Essa formulação parte da resposta a algumas questões cruciais concernentes a maneira como o aluno irá aprender. Tais questões abrangem o conteúdo e maneira que tal conteúdo será ensinado ao aluno, a melhor maneira de aprendizagem do aluno entre outros.

O aluno, por sua vez, também faz uso de algumas metodologias para assimilar o conhecimento, desde o estudo em grupo até as tarefas e exercícios que ele faz. Algumas metodologias podem ser estimuladas pelo professor, como a realização de trabalhos, o incentivo à pesquisa e tantas outras diversas que o professor pode utilizar para facilitar o aprendizado do aluno.

Existem quatro perspectivas diferentes da metodologia de ensino. A primeira delas, a perspectiva dialogada, relaciona o ensino de uma verdade absoluta a partir de descobertas do aluno; a perspectiva experimental permite descobertas do estudante através de um conflito cognitivo, ou seja, o aluno aprende por meio de uma instrução do professor; a problematizadora realiza questões que permitem ao aluno aprender por meio de uma tomada de decisão interna. A última perspectiva, a transmissiva, é a tradicional perspectiva de ensino na qual o professor irá transmitir os conhecimentos ao docente.

A escolha da metodologia adequada é determinada de acordo com os objetivos imediatos da aula a ser dada em combinação com os objetivos gerais do plano de aula, e ainda deve ser consoante com os conteúdos e métodos utilizados.

A metodologia do processo de ensino-aprendizagem deve ser elaborada de maneira que consista numa interação dinâmica entre a aplicação dessa metodologia, a função do ensino e as diferentes maneiras como ocorre esse ensino (metodologias), num processo em que cada segmento retroalimenta o outro e assim permita a contínua otimização do ciclo.

Para elaborar tal metodologia, é necessário que o docente tenha em mente que sua aula deverá unir o contexto profissional e acadêmico, e ainda que ela deve ser compatível com características peculiares da disciplina a ser ensinada. Feito isso, ele deverá selecionar os métodos, técnicas e modalidades de ensino com o objetivo de promover tal união e facilitar a aprendizagem. Resumidamente, a metodologia de ensino deve ser adequada ao perfil sociocultural do aluno, sua idade, capacidade de desenvolvimento mental e ao contexto em que se realiza a didática.

Quanto à definição de metodologia de ensino, podemos concluir que consistem nas ações e atitudes que o professor toma tendo em vista a assimilação consciente dos ensinamentos pelo aluno e desenvolvimento de suas capacidades cognitivas e operacionais.

Princípios básicos de ensino



Quanto ao processo de ensino, independente da metodologia adota, alguns princípios devem ser levados em conta, como a natureza da prática educativa de acordo com a instituição de ensino, as características próprias do processo cognoscitivo, a relação entre o ensino e a natureza do aluno, etc. O processo deve ser realizado de tal maneira que o aluno seja convidado a analisar, refletir, avaliar, criticar, interpretar, verificar. Também é necessário que ele planeje, construa, explique, sintetize, fundamente, descreva, para que possa finalmente conceituar, demonstrar, exemplificar.

São recomendações feitas ao professor que ele sempre utilize de uma explicação cientifica para cada matéria e oriente os alunos a e utilizar de métodos científicos em seus estudos também. Também deve ser certificar que o aluno não tenha dúvidas da matéria anterior ao introduzir uma nova e que haja uma ligação entre dois conteúdos ministrados sequencialmente. Por último, é aconselhado que a todo momento o professor se aproveite para formar atitudes e convicções em seus alunos.

A metodologia não pode consistir em mera transmissão de conteúdo. É necessário que ela esteja em sintonia com os conhecimentos científicos atuais e que seja atualizada de modo a torna-la compreensível ao estudante caso não seja. Também deve estar de acordo com os métodos investigativos próprios de cada matéria, desde que não ultrapasse a capacidade de conhecimento próprio de cada um. O aluno deve ser convidado a participar do processo de conhecimento, produzindo e reproduzindo aquilo que se deseja aprender.

Também é extremamente necessário que o professor se utilize de uma linguagem clara e coesa, possível se ser assimilada, dosando o nível de dificuldade de sua matéria e respeitando o nível de conhecimento de cada discente.

O professor deve deixar claro ao aluno a relação entre conhecimento e prática, seja estabelecendo vínculos entre a pratica escolar e as experiências pessoais de cada um ou exigindo dos alunos que fundamentem aquilo que realizam em casa com o conhecimento aprendido na escola. Ela também deve mostrar que os conhecimentos atuais resultam de experiências práticas do passado.

Deixar claro a importância do conhecimento adquirido, assim como os objetivos das aulas, são maneiras de aumentar o interesse pelas aulas. Uma outra maneira de incentivar o aluno é através de perguntas de natureza exploratória e encaminhatória, valorizando o diálogo e provocando o aluno para que ele exponha e defenda seu ponto de vista e faça as próprias perguntas. É interessante que as dúvidas de um aluno sejam respondidas para toda a sala, a fim de evitar que alguém fique sem saber.

É necessário que o conteúdo ensinado tenha solidez. Para isso, o professor precisa retomar continuamente a matéria e aplicar exercícios de fixação. Também deve aplicar tarefas individualizadas a alunos com maior dificuldade e sistematizar os conceitos básicos da matéria frequentemente.

Entre os instrumentos que podemos utilizar para convidar o aluno a participar do processo de construção do próprio conhecimento, podemos citar a criação de contextos em que ele tenha que utilizar dos conteúdos aprendidos nas aulas expositivas, do professor ou de convidados, para resolver problemas individuais ou sociais; a leitura de livros ou textos, a utilização de exercícios que obriguem o estudante a atualizar seu conhecimento.

O trabalho docente deve garantir a todos os alunos condições iguais de conhecimento, levando em consideração as particularidades e diferenças individuais. Algumas técnicas para chegar a esse resultado incluem explicar a todos os objetivos do ensino e as expectativas com relação à aprendizagem; o estudo individual orientado; aplicar um ritmo de trabalho que extraia o máximo esperado de rendimento do grupo de alunos; o uso da internet para o estudo de caso com práticas; prevenir ou remediar particularidades que possam atrapalhar os estudantes, como por exemplo colocando alunos com dificuldade de visão à frente e se dirigindo com mais frequência a alunos desatentos; o relato de experiências profissionais e a confecção de projetos que superem as diferenças individuais e sua demonstração.

Classificação dos métodos de ensino



Método expositivo

O professor é responsável pela transmissão dos conhecimentos e habilidades aos alunos, que têm uma atividade receptiva.

O professor pode trabalhar esse método de quatro formas diferentes. O primeiro, exposição verbal, cuida de explicar um assunto desconhecido. O professor deve ter o interesse a trabalhar com simulações, leitura expressiva, oficinas, descrição de uma situação real com vivacidade, procurando aguçar a curiosidade e estimular sentimentos.

O segundo método é o demonstrativo, que se utiliza de recursos para demonstrar fenômenos e processos, seja através de slides ou de uma visita técnica. O método ilustrativo, terceira forma de trabalhar uma aula expositiva, compõe-se de gravuras, imagens, gráficos, etc., utilizados com o objetivo de trabalhar a concentração e observação dos alunos.

O quarto e último método é a exemplificação, que nada mais é do que uma maneira de auxiliar a exposição verbal, primeiro método.

Método do trabalho independente

O método de trabalho independente é focado na atividade mental do aluno e exige que ele já possua determinado conhecimento. Consiste na aplicação de tarefas orientadas pelo professor para que o aluno desenvolva de modo individual e criativo e é muito importante não esquecer de fornecer feedbacks sobre os trabalhos dos alunos. Tal método pode ser aplicado de três maneiras diferentes a qualquer momento da aula: como tarefa preparatória, para verificar o conhecimento prévio do aluno; como tarefa assimilativa, para aprofundação e fixação de temas já tratados; ou como tarefa de elaboração pessoal, na qual o aluno vai produzir respostas próprias as questões como para que serve, o que fazer quando, etc.

Para efetivo cumprimento de seu papel, o professor deve, durante o método de trabalho independente, promover condições seguras de trabalho, dar tarefas e debates claros, acompanhar o trabalho em grupo dos alunos. Já os alunos devem saber fazer ensaios, seminários, saber como trabalhar com exames escritos e promover a auto avaliação e ajuda mutua, revendo a literatura. Torna-se necessário a realização sempre de uma aprendizagem aberta, com avaliações dos estudantes.


Método de elaboração conjunta

É o método que promove a interação ente professor e aluno, com a utilização de perguntas que levam o aluno a reflexão e produção do próprio conhecimento. Promove a assimilação ativa de conteúdos pelo aluno, o que contribuía atividade mental. A seguir listamos algumas atividades interessantes de serem usadas durante as aulas, não perdendo de foco que a principal delas é a pergunta em si: projetos de pesquisa, oficinas para solução criativa de problemas, a realização de “tempestades cerebrais” como forma de resolver problemas, a utilização do pensamento lateral, realização de métodos de aprendizagem concreta e experimental, incentivar a realização de contratos e diários de aprendizagem e, por fim, desempenhar papéis.

A elaboração conjunta também é excelente para promover a avaliação crítica de si mesmo e busca de novos caminhos para a solução de problemas. Utilizar documentos reflexivos, definir perfil de estudo, oficinas com mentores, diários reflexivos e estudo independente são algumas maneiras de intensificar ainda mais esses objetivos. Dissertações também são importantes.

Método de trabalho em grupo

Serve para a colaboração e integração entre os alunos para execução de um projeto. No desenvolvimento do plano de aula, deve constar o objetivo da aula e a relação com outras áreas de conhecimento. O professor também deve localizar o estudo historicamente e trazer materiais de consulta como referência. Além disso, é importante deixar claro os critérios para separação dos grupos.

Algumas circunstancias de tornam obrigatórias ao trabalhar em grupo em grupo, como a existência de condições adequadas, entre elas espaço físico e iluminação. É exigido que o professor tenha algumas questões fundamentais como saber que o objetivo é o desenvolvimento de competências e não deve se esquecer de apresentar um roteiro da aula.

Existem diversas formas de apresentação, como o debate, Philips 66, o seminário, etc, porém, em todas as apresentações de grupos, deve-se estar atento para usar sempre palavras de reforço e usar as respostar dos alunos como gancho para prosseguir sua explicação. Também é importante ouvir as experiências dos alunos e esforçar por tornar a linguagem acadêmica o mais claro e inteligível o possível. Para isso, é necessário criar analogias, explicar conceitos, usar exemplos e vincular a teoria com a pratica.

Atividades especiais

Tem a função de complementar os métodos de ensino anteriormente citados, promovendo uma assimilação ativa dos conteúdos e permitindo maior planejamento, execução e ainda avaliação dos resultados alcançados. Um exemplo de atividade especial é o estudo do meio.

Importante saber que o homem vai aprender a aprender ao longo da vida. Por isso é tão importante, no decorrer do ensino, que o professor precisar use uma terminologia adequada ao seu discurso. Sua voz deve ser audível, usando pausas e entonando a voz adequadamente. E deve ter sempre senso de humor ao lidar com alunos.
“Ninguém sabe tudo que não possa aprender e ninguém sabe tão pouco que não tenha como ensinar”

Referência


LIBÂNEO, José Carlos. Didática. São Paulo: Cortez, 1994.